Rendimento: 12 muffins grandes… ou 18 médios
Ingredientes:
• 200 g de farinha Branca de neve super fina + 130 farinha maizena
• 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
• 1 colher de chá de fermento em pó
• uma boa pitada de sal
• 230 gr de açúcar
• 2 colheres (de chá) de essência de baunilha
• 1 iogurte grego natural
• um copo (de iogurte) de óleo vegetal
• 2 ovos
• pepitas de chocolate ou pedaços de chocolate de culinária q.b.
Colocar todos os ingredientes, excepto os pedaços de chocolate, no copo da bimby e misturar 1 min, vel3.
ou sem bimby, juntar os ingredientes secos e separadamente os líquidos e só depois misturar as duas com uma colher (não é necessário misturar muito…a técnica usada é a mesma desta receita dos blueberry)
Misturar os pedaços de chocolate na massa e com uma colher de gelado retirar 1 porção para cada forminha.
Levar ao forno durante uns 25 a 30 min.
Foi há dois anos que o dia amanheceu tal e qual como hoje, assim… nem sol nem chuva, nem quente nem frio…
Foi por volta desta hora que conhecemos a Helena e lhe demos os primeiros beijos e eu senti o quentinho da cara dela na minha…
Foi e continua a ser muito bom relembrar o dia que nos mudou a vida
Parabéns cerejiinha!!!
“tuinca tuinca uana taaaaaaa..uana uana, tataa uaaaa”
ou…
Twinkle, twinkle, little star,
How I wonder what you are.
Up above the world so high,
Like a diamond in the sky.
When the blazing sun is gone,
When he nothing shines upon,
Then you show your little light,
Twinkle, twinkle, all the night.
Then the traveller in the dark,
Thanks you for your tiny spark,
He could not see which way to go,
If you did not twinkle so.
In the dark blue sky you keep,
And often through my curtains peep,
For you never shut your eye,
Till the sun is in the sky.
As your bright and tiny spark,
Lights the traveller in the dark.
Though I know not what you are,
Twinkle, twinkle, little star.
Twinkle, twinkle, little star.
How I wonder what you are.
Up above the world so high,
Like a diamond in the sky.
Twinkle, twinkle, little star.
How I wonder what you are.
How I wonder what you are.
Jane Taylor
a receita já a tinha visto aqui… depois vi numa revista e decidi que tinha de a experimentar na bimby
apenas mudei a decoração…
Massa:
380 g açúcar
140 g farinha
9 claras de ovo , (ovos grandes, à temperatura ambiente)
1 ½ c. chá cremor de tártaro
1 c. chá essência de baunilha
Cobertura:
400 g natas , frias para bater
2 c. sopa açúcar em pó (que pode ser pulverizado na bimby)
q.b. amendoíns torrados para decorar (as receitas que consultei antes indicam o côco ralado e morangos ou groselhas e agora até devem saber bem…)
Com o copo seco e limpo, coloque o açúcar e pulverize 15 seg/vel 9. Retire e reserve.
Numa taça, junte a farinha previamente pesada com 130 g do açúcar pulverizado e reserve.
Sem lavar o copo, coloque a “borboleta” na lâmina, junte as claras, o cremor de tártaro e programe 3 min/vel 4, sem o copo de medida.
Quando terminar, com a Bimby em funcionamento na vel 4, incorpore pelo bocal da tampa, uma colher de cada vez, o açúcar restante reservado e o aroma de baunilha.
Coloque o preparado numa taça e deite em pequenas quantidades a farinha com o açúcar reservado e envolva cuidadosamente com a ajuda da espátula.
Deite o preparado numa forma redonda, previamente untada e polvilhada com farinha, leve ao forno pré-aquecido a 165ºC, durante 60 minutos. Não retire do forno antes de arrefecer por completo.
(Também já li nas receitas pelo método tradicional que se deve arrefecer dentro da forma virada para baixo, com o buraco desta apoiado no gargalo de uma garrafa para que o bolo permaneça fofo e não abata. A verdade é que segui esta a receita e apesar dele ficar macio não me pareceu que ficasse com a leveza/fofura que estava à espera…mas ficou delicioso
)
Com o copo limpo deite as natas e bata 2 min/vel 4. Junte o açúcar em pó e misture 10 seg/vel 4.
Com as natas decore o bolo, coloque por cima os amendoíns torrados.
Continua vaidosa e já deixa fazer os tótós com mais calma… (até segura os ganchinhos (anchu) para ajudar)
…no que respeita a tecnologias… tem quase tudo controlado… e quando não tem… pede ao pai para resolver.
Falta agora menos de um mês para os dois anos… e as cores são o delírio.
É das actividades imprescindíveis no dia-a-dia riscar as folhas…. e de seguida a mesa….e a cadeira (não, ainda não se lembrou das paredes, mas algo me diz que está para breve)
Os marcadores continuam os “ápis”, mas pede sempre “ssenha um pato/gato/menina/muu/pôco/lula/sol/cão…” e ela completa os desenhos (quando não os faz de raiz) com a “papa” para cada indivíduo.
Papa essa que consiste sempre em pontinhos /riscos curtos) muito provavelmente porque a primeira vez que eu me lembrei de desenhar papa foi precisamente grãos de milho para o 1º pedido de todas as vezes “o quáquá”.
Agora diz …”o pópó da mãe é bêli, o do pai é banco“.
Ora como podemos ver pela foto acima… por ordem temos: osa, belhelho, pêto, bêli, maelo, aaaanja, ôxu, sssuli