Apresento-vos a “pastina” da “Henêna”.
Foi uma prenda de aniversário que o pai e a mãe deram e que ela adorou. Porque dá para enfiar a mão e esmagar as cores, fazer bolinhas grandes “peninas”, muuuuitas! fica algum tempo entretida a esticar com o rolo (ou a tentar) a carimbar e a despedaçar.
Já a mãe faz uns bolinhos coloridos… com velas para ela soprar os “pabéns”
Aconselhada a partir dos 2 anos, é feita à base de ingredientes naturais, não mancha e não suja, e como diz na embalagem, basta deixar secar e escovar para eliminar do vestuário. Ah… e não é gorduroosa como a plasticina normal, é super macia e dá mesmo vontade de brincar com ela
Comprei uma embalagem que trazia 4 potes (amarelo, verde, azul e rosa), um rolo para esticar, alguns teques e (não sei o nome técnico) uns tubos para modelar tirinhas, “esparguete”. Foi por acaso que descobri que no fundo de cada pote existe um carimbo com 1 forma (borboleta, coração, casa…)
Claro está que entretanto vi uma embalagem que tinha mais moldes (na Pórtico) e lá trouxe.
para seguir…
“Papier mache’s online and print platform aims to showcase artists, photographers, designers, illustrators, writers, inventors, creators, kids, dreamers, doers and magicians”
gosto particularmente das fotos
Mais uns “aussies” que fazem coisas giras!
Há um mês começámos a ir para a creche “pá icola”. A “Inena”, como já começa a chamar-se a ela própria, foi adaptando-se ao ambiente, às rotinas, e às pessoas.
Agora já entra na sala sem medo que a mãe vá embora. Diz “chachauu, té lólo” e manda um beijinho a voar.
Ganhou o hábito de entrar com a chucha na boca como segurança… mas ao final do dia já não precisa dela como no princípio.
Quando vem embora dá beijinhos a todos e alguns colegas vêm com ela até à porta dar abracinhos e beijos.
Antes de dormir lá conta que alguém bateu com o “patato”, que este ou o outro estavam a “choar” (chorar) ou a fazer “cóças” (cócegas) e até mesmo que alguém fez xixi no chão “ÓOooh” (este óooh é dito com cara de malandra).
O resumo dela acaba sempre com ” a icóla é fixe mãe!” e isso parece-me bem…
(Que é como quem diz “pfavoreee” e “biaya”)
Depois do verão decidiu que não queria nem totós nem ganchinhos… passados 2 meses decidiu que os quer todos os dias…
Como aprendeu o “por favor” e a aplicá-lo correctamente, pede “mãeeiii, quero totós, dois! mãe, pfavoree” e a seguir… “anchinhos”
“Mãe/Pai/Avó/Avô senta!” é outra das frases mais repetidas.
Serve para quando quer brincar no chão, com “lélos” (legos) e fazer uma “cassa” graaaaaande ou uma “torra”(torre), “xogo”(puzlles) e ler “lilos” (livros).
Se alguém nega a resposta é “pfavoreeee, mãe pfavoreee”. Se alguém diz que doem as costas, não há problema: “as totas”, amofada páa mãe, senta… pfavoreee!!!”
O obrigada (biaya) lá aparece se damos uma “chacha” (bolacha)